Não basta passar as noites em claro, ler uma pilha de livros e freqüentar cursinhos para passar em um concurso público. Se quiser garantir a vaga, o candidato, mesmo bem preparado, tem que pegar a manha da prova, o estilo da banca responsável pelo exame. Existem macetes e armadilhas. Destacamos aqui duas organizações que realizam bastantes concursos e que tem métodos de provas diferenciados:
Nas provas do Centro de Seleção e Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cesp-UNB), organizadora, por exemplo, dos últimos concursos da Polícia Federal, Banco do Brasil, EMBRAPA etc., as questões têm um complicador que derruba muitos candidatos. São cinco assertivas para que se marque certo ou errado. Cada uma vale 0,2. O problema é que, se o aluno erra uma delas, invalida uma opção marcada corretamente, ou seja, perde pontuação. Portanto o chute é um risco enorme.
Já a Escola de Administração Fazendária (Esaf) tem, na opinião de muitos professores, o melhor sistema de provas. Diferente do Cesp-UNB, contém menos armadilhas. As questões são de múltipla escolha simples. No estilo assinale a opção correta, oferecem cinco respostas. Se o candidato erra, não perde pontos.
A preparação adequada para um concurso público requer antecedência e principalmente dedicação diária. Reserve pelo menos 2 horas por dia de estudo para uma melhor fixação dos conteúdos. Procure fazer simulados para poder identificar antecipadamente as dificuldades; não se limite apenas a uma apostila ou a um livro. Quanto maior for o seu acervo de material didático, mais chance você têm de assimilar certos conteúdos que não parecem, à primeira vista, ser muito claros.
Quando da realização da prova, recomendamos os seguintes procedimentos: